Veneza: começou a Bienal

Mark Bradford in his studio

O circuito internacional de arte anda muito agitado. E não é por acaso.  Um dos maiores encontros de arte do mundo começou esse fim de semana. Trata-se da 57ª edição da Bienal de Veneza.

Se você fizer a conta, perceberá que a primeira Bienal de Veneza foi realizada em 1895. Foi ainda no século 19… faz muito tempo! Mas foi só dali a alguns anos que o evento começou a ganhar um caráter internacional, e vários países passaram a instalar os tais dos pavilhões nacionais na exposição.

Aliás, nessa edição, um dos pavilhões mais interessantes é o americano. O artista californiano Mark Bradford, que inclusive já esteve em São Paulo, na Bienal de 2006, foi escolhido para fazer uma instalação site-specific no espaço.

Mark Bradford, The Next Hotline (2015)

Para quem não sabe, Bradford é conhecido por suas pinturas em grande escala, como esta aqui acima, misturadas com colagens de diferentes materiais descartados, como placas de sinalização destroçadas. São obras de grande impacto… e trazem sempre um tom político sobre racismo, economia informal e democracia.

Ao longo dos últimos anos o artista vem em rápida ascensão, com mostras importantes no San Francisco Museum of Modern Art (2012) e no  Hammer Museum de Los Angeles (2015).

Bradford não só está em uma boa fase, como parece ter muito o que apresentar. O clima é um mix de ansiedade e festividade. Aliás, a Fendi organizou a festa de abertura da Bienal na Scuola Grande di San Rocco. Para mim um dos lugares mais impactantes da cidade. Luxo total! Que venha Veneza.

Scuola Grande di San Rocco

 

 


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